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domingo, 13 de maio de 2012

Oposição iraniana declara: "O Irã está desenvolvendo a bomba atômica"

Segundo o MEK, a República Islâmica tem se engajado na
pesquisa e nos testes de ogivas e detonadores.
Um relatório publicado pelo grupo de oposição iraniana Mujahedin-e Khalq (MEK) destaca que Teerã está acelerando seu programa nuclear. O documento, com seus organogramas, descrevem as agências envolvidas no programa iraniano e identifica 60 cientistas realizando investigações vinculadas ao desenvolvimento da bomba atômica em 11 instituições e companhias, que operam clandestinamente sob o controle do Ministério da Defesa.

sábado, 12 de maio de 2012

Hezbollah lança forte ameaça contra Israel

"Chegou a hora em que permaneceremos e vocês serão
os que virão a desaparecer", declarou Nasrallah.
O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, fez ameaças num discurso dado ontem (11), dizendo que o grupo terrorista reforçou suas capacidades e que agora pode destruir qualquer objetivo específico dentro da "Palestina ocupada".

Nasrallah disse aos seus seguidores através de um link de vídeo que se uma nova guerra se desenrolar, o grupo destruirá alvos em Israel como revide a todos os edifícios destruídos em Beirute, capital do Líbano.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Oportunidades e perigos para a grande coalizão sem precedentes em Israel

Shaul Mofaz, que nos últimos anos atacou Netanyahu de maneiras
hudes a ponto de chamá-lo de mentiroso, agora sorri ao seu lado.
Poucas coisas são tão imprevisíveis como a política israelense. Na manhã de segunda-feira, toda Israel, incluindo jornalistas, especialistas, analistas e políticos, ficaram surpresos ao ouvir que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu havia trazido o Kadima ao governo. Este foi um movimento totalmente inesperado que veio em meio a preparativos para eleições antecipadas negociadas apenas uma semana antes.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Funcionário palestino: "Coalizão israelense deve congelar todos os assentamentos em territórios palestinos"

A coalizão formada pelos partidos Likud e Kadima
tem como pauta a "paz com responsabilidade".
"O novo governo de unidade deverá suspender toda a atividade dos assentamentos nas terras ocupadas se quiser a paz", declarou hoje um funcionário palestino.

"Este é o momento propício para que o governo israelense alcance a paz com o povo palestino ao aceitar imediatamente os requerimentos do processo de paz", disse o porta-voz do presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas, Nabil Abu Rudeineh.

Israel: eleições antecipadas são canceladas e Kadima entra para o governo de Netanyahu

"Trata-se de um acordo sem precedentes que permitirá o ajuste
de injustiças e a divisão igualitária do fardo", disse Mofaz.
Uma manobra política dramática evitou a convocação antecipada de eleições gerais em Israel. Minutos antes da aprovação final pelo Parlamento, o Knesset, da lei que convocaria um novo pleito para 4 de setembro, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, do partido direitista Likud, anunciou o fechamento de um acordo com o partido de centro Kadima, agora liderado pelo ex-chefe das Forças Armadas Shaul Mofaz, para a formação de um governo de União Nacional, com a inclusão do Kadima na atual coalizão de governo. A entrada do partido, com a maior bancada no Knesset (28 das 120 cadeiras), fará com que os governistas do Likud (27 cadeiras) liderem uma ampla coalizão com oito legendas e 94 parlamentares.

sábado, 5 de maio de 2012

Cessar-Fogo e seu primeiro ano por uma cultura de paz

Hoje, dia 05 de maio, o Projeto Cessar-Fogo celebra seu primeiro aniversário. Nesse período, pudemos contar com mais de 27 mil acessos, postamos mais de 500 notícias, artigos e muita informação, e estabelecemos grandes parcerias, amizades essenciais para quem trilha essa jornada árdua pela paz no Oriente Médio.

Foram postagens que, dentre vários assuntos, abordaram:

1) O conflito árabe-israelense, tocando em pontos como: a legitimidade do Estado judeu; as tentativas de concretização de um Estado palestino na ONU; a disputa por Jerusalém; os assentamentos israelenses na Cisjordânia; os movimentos de defesa da causa palestina - Fatah, Hamas e OLP; e outros mais;

2) A intempérie dos direitos humanos na região: a perseguição religiosa; a censura à mídia e a negação da liberdade de expressão; as condenações à morte no Irã e na Faixa de Gaza (sob controle do grupo terrorista Hamas); 

3) A atuação norte-americana no Afeganistão, no Iraque, em relação ao Irã, e em outros conflitos do Oriente Médio;

4) Os problemas existentes em países cuja autoridade é ditatorial, como na Síria (Bashar al-Assad), e a transição política naqueles que tiveram seus líderes destituídos, como no Egito (Mubarak) e na Líbia (Kadafi);

5) A atuação de milícias extremistas nos conflitos existentes: Hamas (Faixa de Gaza), Jihad Islâmica, Hezbollah (Líbano), Talibãs (Afeganistão); e outros mais.

Definição

Em meio a inúmeras definições atribuídas à expressão cessar-fogo, gostaria de ressaltar o verdadeiro sentido utilizado pelo projeto.

Desde o início das postagens, a promoção da paz foi nosso objetivo principal. Isso não nos isentou do compromisso de apresentar oposição quando necessário. A busca pela paz não significa uma inexistência de adversários, conflitos ou obstáculos. Além de ser uma falácia, beira à utopia até mesmo durante a consolidação e a permanência de um ambiente pacífico.

De um modo geral, o sentido ideal de cessar-fogo está no desenvolvimento de uma cultura de paz que visa o fim da utilização de guerras como meio de oprimir o próximo ou até mesmo de tentar superar seus desgostos e diferenças; que promove a coexistência cooperativa entre os povos.

¿Informar X Informar?

Muitos se opõem à iniciativa, argumentando que, ao informarmos o que realmente tem acontecido no Oriente Médio, não promovemos a dissolução dos conflitos, mas sim a sua proliferação.

E é aí que entra uma diferença entre informar x informar. Ou o Projeto Cessar-Fogo prioriza a publicação de informação superficial, onde as reais problemáticas não são tratadas com todo o cuidado que merecem e há um incentivo indireto para a perpetuação do ódio e das diferenças por meio da desinformação; ou prioriza a publicação de um conteúdo rico em sustentação contextual, que dá atenção ao que cada uma das partes dos conflitos têm a dizer, que incentiva a reflexão e a crítica quanto às realidades apresentadas - tendo sempre em vista o ideal: a implementação de uma cultura de paz.

Como disse o senador norte-americano Iram H. Johnson, "quando começa uma guerra, a primeira vítima é a verdade". Mas, afinal de contas, não se trata de simplesmente classificarmos bons x maus, corretos x incorretos, pois a própria atitude dos coadjuvantes, considerando o contexto em que vivem, fala muito por si só. Cumpre a nós publicarmos o que for necessário para esclarecer pontos cruciais dos conflitos existentes no Oriente Médio.

Leitor, este é o primeiro ano de projeto. Gostaria de agradecer a você por cada comentário realizado, cada mensagem de incentivo, cada crítica construtiva. A sua participação é essencial para o desenvolvimento dessa "cultura de paz" que o projeto tanto almeja.

Com gratidão,
Jônatha Bittencourt - o Editor.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Um jornalista é morto a cada 5 dias no mundo, diz ONG

Segundo Repórteres Sem Fronteiras 21 profissionais e 6 blogueiros foram assassinados neste ano.
Roméo Langlois, jornalista francês,
foi sequestrado pelas Farc
no último sábado, 28.
(Reprodução/Efe)

TÚNIS - A ONG Repórteres sem Fronteiras (RSF) informou nesta quinta-feira, 3, no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que um jornalista foi assassinado a cada cinco dias no mundo, desde janeiro. "Desde o início do ano, 21 jornalistas e 6 blogueiros perderam a vida, sobretudo em zonas de conflito, como Síria e Somália", disse a ONG, em nota divulgada na Tunísia, local escolhido pela Unesco para celebrar a data por ter sido onde começou a Primavera Árabe.

No comunicado oficial, a RSF criticou os líderes que, de acordo com a organização, atuaram como "predadores da imprensa" e qualificou o presidente sírio, Bashar Assad, e as milícias somalis como "verdadeiros açougueiros". A ONG listou também 41 organizações e líderes "hostis à liberdade de imprensa".

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Ativistas cegos

Khaled Abu Toameh é jornalista, palestrante e cineasta árabe israelense escrevendo para diversos jornais importantes em língua inglesa. Nesta semana, publicou um artigo contra os ativistas europeus que apoiam os palestinos, detonando: "ao invés de apoiar de fato as instituições palestinas, vocês apenas atacam Israel e não promovem mudança alguma." A posição de Toameh deixa bem mais claro o que significa dizer que ser anti-Israel é ser antissemita. Todos estes manifestantes poderiam ser a favor realmente dos palestinos reforçando suas instituições e empresas, pressionando os países árabes ricos a ajudar mais. Só que os europeus manifestantes não tem isso em sua agenda. Oriundos de uma esquerda caduca que vê "opressores" em quem é apoiado pelos EUA e adjetiva como "oprimidos", quem não é.

Palestinos participam de intercâmbio entre escolas cristãs

Diferenças superadas por um estreitamento de vínculos.
No final de março e início de abril, um grupo de 20 alunos palestinos da Escola Batista de Nazaré (BSN - sigla em inglês) visitou o colégio evangélico Alfa & Ômega, localizado em Denia, um município espanhol. Os alunos da BSN são palestinos cristãos que vivem no Estado de Israel, em Nazaré.

Essas viagens fazem parte de um intercâmbio cultural onde os jovens podem comprovar que as diferenças idiomáticas, étnicas ou de denominações religiosas podem ser superadas por meio de uma relação pessoal.

Site dos “Jogos Olímpicos Londres 2012” retrata Israel como um país sem capital

Tão grave quanto também foi o fato de qualificar Jerusalém como a capital da "Palestina". Depois de ser alertado pelo grupo de defesa online "My Israel", o site passou a divulgar Jerusalém como a capital de Israel... também. Na semana passada, o Comitê Olímpico Internacional rejeitou solicitações para que, durante os “Jogos Olímpicos de Londres”, que serão realizados este ano, fosse feita uma homenagem oficial aos atletas israelenses que foram assassinados por terroristas árabes nas Olimpíadas de Munique, em 1972.

Daniel Benjamin Barenbein / ALEF