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"A posição palestina é que existe uma religião chamada judaísmo, mas que não há isso de existir um povo judeu" |
Há cinco anos, fui convidado pela Instituição Hoover para dar uma conferência na Universidade de Stanford.
Casualmente, o Dia da Independência de Israel caiu durante essa semana, e me convidaram para falar na cerimônia de comemoração celebrada pelos estudantes pró-Israel. Na minha conversa, comentei que o "X da questão" no conflito israelo-palestino é que a maioria dos palestinos desejavam que Israel deixasse de existir.
Depois de falar, uma mulher se aproximou de mim e se apresentou como uma ativista pela paz. Ela me disse que não podia estar de acordo comigo porque os palestinos, na sua opinião, estavam muito dispostos a aceitar a existência de Israel.
Aconteceu que, a uns 50 metros de distância de onde se celebrava a comemoração da existência de Israel, havia uma manifestação contra Israel promovida por estudantes palestinos. Dessa forma, disse à mulher que fosse ali e se misturasse com os estudantes palestinos como uma ativista pela paz - a maneira de obter imediatamente a confiança deles -, e depois perguntasse a eles se estariam dispostos a reconhecer o direito do Estado judeu de existir.
Disse a ela que apostaria 5 dólares que não responderiam positivamente.
Ela aceitou a aposta e se dirigiu aos estudantes palestinos. Depois de 10 minutos, voltou.